6 de jun. de 2012

Tempos de se emocionar

Ultimamente tenho passado dias felizes, com minhas amigas e meus parentes.
Primeiramente, na sexta, dia  25 de maio, fui com a Lisete, a Cíntia e a prima delas, Carla, novamente à Feniar, ver artesanato. Estava muito divertido, e compramos várias coisinhas bonitas, como almofadas, biojóias, echarpes, etc...



Depois, atravessamos a Sertório e fomos ao salão de chá bem em frente. Ficamos fãs
da Confeitaria Dona Inês. A gente escolheu salgadinhos e doces e tomamos cafés especiais, para acompanhar.


Eu, Lisete, Cíntia e Carla lanchando depois das compras


Quando chegou o domingo, dia 27 de maio, chegaram do Rio a minha sobrinha Nêmora e o marido, Eduardo, para passar a semana comigo e com nossa família.


 Pela manhã mal se via o Aeroporto, mas eles chegaram na hora prevista. A Denise já estava com o almoço pronto quando chegamos.

Na segunda-feira almoçamos no El Fuego, no Shopping Moinhos, onde eles mataram a vontade de comer carne de gado - em Fernando de Noronha comeram muito peixe - e na terça levei-os para almoçar no Marco's do Bourbon Country.

Terça-feira reunimos a família na casa da Elmira e do Milton, para que a Nêmora revisse primos e tios que não via há muito tempo, e conhecesse parentes, como a Denise e a Princesa Rafaela...


As primas Marília e Nêmora


Denise preparando a salada


Os primos Raul e Eduardo


Raul, Nêmora, Lúcia e Eduardo


Elmira, Nêmora e Milton


Elmira, Erica, Milton, Nêmora com Rafaela e Marília


Queridinha!


Queridinhas, também. Lindas - Marília e Denise


Denise, Raul, Nêmora e Lucia


Milton, Lúcia, Raul, Nêmora e Eduardo e Elmira, Erica e Edgar


Adriano, Lùcia, Nêmora, Elmira, Juliano, Marília e Milton



O Eduardo entrou no clima da família Fischdick, de muita gozação, e a noite foi de alegria e confraternização, com telefonemas para a Nirvana e para o Geraldo, lá do Rio.

Na quarta-feira o Eduardo voltou para casa, e a Nêmora e eu nos encontramos com o Luizinho e a Verinha, para jantar no Vila Amalfi.

  
Verinha, Nêmora e Luizinho


Tio Luizinho, Nêmora, Eu e Verinha


Na sexta-feira, levei a Nêmora para rever a Elfrida. Elas não se viam desde que a Nêmora tinha uns dez anos, e foi uma tarde gostosa.


Nêmora e sua tia Elfrida


No sábado, minha sobrinha querida voltou para casa:





Meus filhos-sobrinhos queridos

Gente, como estou feliz! A estada da Nêmora foi revigorante para mim e para ela. Conseguimos nos curtir, conseguimos um grau de intimidade maravilhoso, compartilhamos nossos sentimentos, esperanças...
Nêmora revirou meu closet, minhas bijuterias, minhas finanças. Me deu conselhos, como se fosse minha mãe. Adoro isso. Ela e o Raul me paparicam, me confortam e me dão forças para eu continuar na minha recuperação.
Por isso é que eu me emociono... 

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