13 de dez. de 2009

Assis

Elfrida com os filhos na praia:Leila, Assis Jr., Leilane e Lenara
Assis e Ayres sentados, Elfrida, Elmira, Ester e Candida em pé


Treze de dezembro era o aniversário do Assis, casado com minha irmã mais velha, Elfrida. O Assis sempre foi uma pessoa de bom coração, ajudando todos os que o rodeavam. Quando a mãe ficou doente, antes de morrer, ele e a Elfrida foram incansáveis em levá-la ao hospital quando eu não conseguia sair do trabalho, e estavam sempre presentes nos momentos difíceis que todos passamos. Também sempre cuidaram do pai, visitando-o sempre que possível.




Mas eu lembro do Assis chegando lá em casa, com sua caminhonete Chevrolet. O Assis era o único parente que que tinha um carro. Enquanto eles faziam uma visita, nós, as crianças, ficávamos dentro do carro, encantados e admirados, brincando de dirigir.




Quando eu comecei a estudar, uma professora chamou-me a atenção, por estar olhando para o lado ao invés de estar passando a leitura, e, fresca que eu era(continuo sendo), magoei-me de tal maneira que não queria ir mais à aula. Meus pais pediam, e eu nada de voltar. Então a Elfrida e o Assis me prometeram uma pasta nova na Páscoa se eu voltasse a estudar. Nem assim eu voltei, e quando chegou a Páscoa, eles deram a pasta linda para a minha irmã. Foi uma lição para mim. Quanto ao Colégio, mudou a professora, e então eu voltei às aulas. Mas sem pasta nova.




Depois, mais tarde, o Assis e a Elfrida acolheram o Germano como filho, e ele teve a possibilidade e o suporte para se encaminhar na vida.




O Assis teve uma vida feliz, com quatro filhos maravilhosos (nossos sobrinhos queridos e especiais), trabalhou bastante no que gostava - marcenaria - e divertiu-se muito com o hobby que exerceu por muitos anos e onde ganhou muitos troféus - a pesca.








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